Deus é o Deus do impossível – e também do improvável.




“Perguntou Samuel a Jessé: Acabaram-se os teus filhos? Ele respondeu: ainda falta o menor, que está apascentando as ovelhas. Disse, pois, Samuel: Manda chamá-lo, pois não nós assentaremos à mesa sem que ele venha. Então, mandou chamá-lo e fê-lo entrar. Ele era ruivo,de belos olhos e boa aparência. Disse o Senhor: Levanta-te e unge-o, pois este é o meu escolhido.” (I Samuel 16:11,12)

“Como assim? Davi? Ele será o Rei?”, questiona o formoso e alto Eliane, o primogênito de Jessé, homem valoroso e valente. “Pois é, Davi é apenas o nosso irmãozinho fracote que nos leva alimentos enquanto estamos no campo de batalha”, acrescenta Abinadabe.

Deus poderia ter feito Samuel ir exatamente onde estava Davi, no pasto junto das ovelhas do seu pai – mas não, Ele mandou o profeta ir para a casa de Jessé, em Belém. Tudo isso porque algo precisava ser resolvido e entendido dentro da casa do belemita. Está claro que Davi era menosprezado pelos seus irmãos e talvez até pelo seu pai (Jessé não convocou Davi para a reunião com Samuel).

“Manda chamá-lo, pois não assentaremos à mesa até que ele venha”. Deus já estava mostrando que trataria com honra ele, sim, ele, o menor, o mais novo, o mais fraco, o mais improvável. Quais eram as chances de Davi ser o escolhido? Aos olhos humanos, nenhuma, inclusive aos olhos de Samuel. Mas Deus é improvável. Seus planos são improváveis. Suas
ações são improváveis.

Da costela de um homem, surge a mulher. De um dilúvio, uma nova chance para a humanidade. De Abrão, lááá de Hur, surge uma grande nação. Do desprezado da família, o grande Rei Davi. E de uma simples manjedoura, o Rei dos reis, o Salvador do Universo, o nosso Senhor Jesus Cristo!


Que Deus nos abençoe!